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Preocupados com as milhares de demissões que pode acarretar a saída da Braskem de Alagoas, representantes de 35 empresas que prestam serviços à petroquímica estiveram nesta quarta-feira, dia 17, no Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas.

Os empresários externaram ao MPT preocupação com o fechamento da unidade em Alagoas, que acarretaria no encerramento dos contratos com as terceirizadas e, consequentemente, em demissões de funcionários. 

Segundo os empresários, a Braskem teria informado sobre a dificuldade de manter os contratos firmados, que possuem validade de cerca de três anos. Conforme o relato deles, a petroquímica estaria inadimplente com algumas faturas de prestação de serviços terceirizados.

Os representantes das empresas relataram à procuradora do Trabalho Rosemeire Lôbo que as prestadoras de serviço dispõem um total de seis mil postos de trabalhos diretos e indiretos, nas áreas de manutenção, segurança, alimentação, transporte, táxi e logística. Os empregos fazem parte de uma cadeia produtiva entre os empreendimentos.

“Da parte do MPT, vamos entrar em contato com outras instituições para, em ações articuladas, buscar solução para o problema apresentado. A realidade desses milhares de trabalhadores também nos interessa dentro da atuação que estamos tendo frente às ameaças sociais dos bairros do Pinheiro, Mutange e Bebedouro”, disse a procuradora do Trabalho.

Além do MPT, os representantes das empresas procuraram o Ministério Público Estadual, a Defensoria Pública Estadual e o Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.

A reportagem do CadaMinuto entrou em contato com a assessoria de Comunicação da Braskem para falar sobre a denúncia, que ficou de avaliar o assunto. 

*Com assessoria