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Só quem já passou pela experiência de ter filhos pode falar com propriedade o quanto é cansativa a tarefa de cuidar de uma criança. Até mesmo porque na grande maioria das vezes as mamães e os papais não podem se dedicar exclusivamente aos pequenos e precisam dividir a atenção e a energia com as demais tarefas do dia.

 

Cada um sabe que tipo de atenção dá ao filho, mas iniciativas como a Semana do Bebê, apoiada pela Unicef, contribuem para a garantia dos direitos de cada bebê e  chamam  a atenção para a chamada primeira infância. Até porque nem todas as mães estão preparadas para essa importante missão. Nesse sentido, esse tipo de ação leva informação e educação para vários cantos do país.

 

Um dos itens essenciais para quem tem um recém-nascido é o famoso bebê conforto. Para poder deslocar os pequenos para cima e para baixo com segurança, esse equipamento ajuda a evitar lesões e auxiliam no transporte tanto a pé quanto dentro dos carros.  Mas a  Associação Americana de Pediatria lançou, recentemente, uma nota chamando a atenção e alerta: Recém-nascidos não podem ficar mais de uma hora no bebê conforto. 

 

Um estudo publicado pela Universidade de Bristol concluiu, ao avaliar o efeito do movimento em bebês sentados em uma cadeirinha de segurança, que os recém-nascidos mostraram sinais significativos de efeitos cardiorrespiratórios potencialmente adversos na posição vertical a 40°.

 

Os pesquisadores destacaram que um estudo maior é necessário para investigar a significância desses resultados. Mas a pesquisa chamou atenção para algo que muitas pessoas sequer imaginavam. Mesmo um bebê conforto, feito para, como o nome já diz, dar conforto aos pequenos, pode ter seus perigos se utilizado em exagero.

 

Nesse sentido, uma sugestão que algumas mamães têm adotado é utilizar uma cadeirinha de descanso, que são projetadas para que a criança possa ficar calma e relaxada.

 

Ou seja, sempre há alternativas para deixar nossos pequenos mais confortáveis, seja dentro ou fora de casa. Cabe aos pais estarem atentos às dicas de segurança emitidas pelos órgãos oficiais e prezarem, acima de tudo, pelo bem-estar dos recém-nascidos. Afinal, ninguém disse que seria fácil ser responsável pela vida de uma criança.