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Muitas mulheres que sofrem violência de seus companheiros têm dificuldades em denunciar abusos. Segundo um estudo realizado pelo Datafolha, nos últimos 12 meses, 1,6 milhão de mulheres foram espancadas no Brasil, enquanto 22 milhões de brasileiras passaram por algum tipo de assédio. 

 

Em Alagoas, uma associação foi criada para o acolhimento de mulheres que sofrem desses abusos. A AME - Associação Para Mulheres, tem como principal papel,  acolher vítimas em situação de violência e contribuir para que o ciclo seja quebrado. A AME é formada por diversos profissionais, tendo em seu corpo de voluntário psicóloga, nutricionista, médicos, odontólogos e esteticistas, além de suporte jurídico.

 

A advogada Júlia Nunes, presidente da AME, é ativista na defesa de mulheres que são vítimas da violência e ajudá-las a procurar seus direitos e independência. Ela destaca as ações e o objetivo da associação.

 

“Hoje, nosso objetivo cresceu, já que víamos a necessidade de amparar essas mulheres de uma forma mais completa. Então procuramos profissionais de diversas áreas para abraçar a causa e contribui para que mais mulheres consigam sair da situação de violência e viver com dignidade e respeito. Nós acolhemos a mulher dando um tratamento diferenciado com profissionais de alta qualidade que trabalham o psicológico, a estética corporal, bucal e, até mesmo a alimentar, independente de classe social, faixa etária, raça, cor, de tudo”, disse.

 

No próximo dia 15 deste mês haverá o lançamento oficial da associação, no hotel Holliday Inn Express, na Ponta Verde. A AME pode ser encontrada nas redes sociais (@associacaoame), onde publicamos no feed de notícias tudo sobre o tema que possibilite a conscientização, aquilo que de alguma forma diminua desse tipo de violência. Também possuímos um site (www.associacaoame.org.br) que conta toda nossa história e a legislação vigente que defende a mulher de qualquer agressão.