Foto: Divulgação Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Empresa QualiCôco obteve incentivos fiscais do Governo do Estado e agora transfere seu funcionamento para Alagoas, no município de Rio Largo

Cerca de 600 empregos, diretos e indiretos, devem ser gerados, em Alagoas, por meio da instalação da empresa QualiCôco, que é vice-líder nacional do segmento de derivados de coco industrializados e naturais. A concessão de incentivos fiscais para a instalação da empresa, que deve receber um investimento de R$ 15 milhões, foi autorizada pelo Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico e Social (Conedes).

 

A empresa deve ser instalada no município de Rio Largo, em Alagoas, promovendo a expansão do desenvolvimento para além dos pólos industriais da capital. Atualmente, a empresa funciona no Rio Grande do Sul. De acordo com o diretor da empresa, Gabriel Terra, a escolha por transferir o funcionamento da empresa para Alagoas se deu pelos diferenciais competitivos e incentivos arrojados concedidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur).

 

“O tratamento e a concessão de incentivos do Governo foram decisivos para essa escolha. Além disso, temos uma localização estratégica para o escoamento da produção. Nossa meta é operar ainda em 2019”, afirmou Gabriel Terra.

 

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito, a instalação da indústria QualiCôco fortalecerá, ainda, o trabalho realizado localmente por produtores de coco. “Alagoas tem milhares de produtores que poderão se tornar fornecedores da empresa, utilizando a matéria-prima local e ajudando a fortalecer toda essa cadeia produtiva no Estado”, ressaltou.

 

Sobre o Prodesin

 

Reformulado e modernizado em 2016, o Prodesin é um programa do Governo no Estado que permite a concessão de incentivos fiscais e locacionais para a instalação das empresas em Alagoas. 

 

Entre os benefícios, está a redução de 92% no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na saída de produtos industrializados. Junto a eles, são também diferidos o ICMS sobre a matéria-prima usada na fabricação de produtos, nos bens destinados ao ativo fixo e na aquisição interna de energia elétrica e gás natural.

 

 

*Com Agência Alagoas