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Vibrar, gritar, torcer e comemorar. Esse é o comportamento dos torcedores apaixonados por futebol. Mas têm alguns que vão além e cometem verdadeiras “loucuras” pelo time do coração. Há quem diga que é apenas uma partida de futebol, assim como há quem prove que não é tão simples assim e que o amor e a paixão pelo esporte podem superar diversos obstáculos para quem ama de verdade o time do coração.

Nunca foi só futebol. É difícil para muitas pessoas entenderem as emoções  que são provocadas pelo esporte. Até mesmo porque, para quem não entende, são só alguns jogadores correndo em campo, por causa de uma  bola, mas não é. Futebol é sobre sonhos, histórias, amor e conquistas. É sobre, jogadores, torcedores, bola e campo, mas é também sobre pessoas e seus planos e esperanças. Futebol é união e amor.

Torcer para o time do coração tem a ver com a história de vida de cada pessoa, que quando assiste a um jogo de sua equipe, leva consigo toda essa bagagem emocional.

Existe aqueles torcedores de título, que só começam  a torcer durante as vitórias do time. Mas há também aqueles que fazem de tudo para ver o time preferido no campo e em ação. Sendo assim, o torcedor fiel encara calor, frio, chuva ou sol. Qualquer aperto ou perrengue é válido - e até mesmo divertido. Existem aqueles que até assistem ao jogo na torcida adversária ou até mesmo durante uma recuperação cirúrgica. Há também aqueles que perdem o ônibus em outro estado ou a prova da faculdade. No final, o que vale é estar pertinho do timaço!

Você conhece alguém que tenha feito ou já fez alguma loucura pelo time do coração? A reportagem do CadaMinuto conversou com torcedores que mostraram que o amor pelo time está acima de qualquer dificuldade ou contratempo. E tanto amor faz o torcedor cometer as mais diversas "loucuras".

 Para o administrador Bruno Garcia, de 26 anos, a paixão pelo Flamengo surgiu na infância, mais precisamente aos 5 anos de idade. “Vi meus tios assistindo a uma final de campeonato carioca entre Flamengo e Vasco. Meus tios gritavam e festejavam muito, e eu comecei a festejar e a sentir uma alegria muito grande junto com eles. Foi ali que eu comecei a me apaixonar pelo Flamengo e até hoje sou louco por esse time”, conta o torcedor.

 

Questionado sobre a maior “loucura” já feita para o time, Bruno relata que já assistiu ao jogo na torcida do time rival, durante uma partida entre Flamengo e São Paulo. 

“Eu fui ao estádio comprar o ingresso, porém não tinha mais, apenas com os cambistas, mas estava mais caro que o ingresso para ficar na torcida São Paulina. Eu não tinha o que fazer, comprei no lado adversário, assisti ao jogo no meio da torcida do São Paulo sem poder dar um pio quando o Flamengo fez gol. Mesmo assim, eu estava lá, torcendo por dentro para não descobrirem que eu era flamenguista e fazerem algo comigo. Foi uma loucura, adrenalina a mil, mas foi algo inesquecível!”, relata Bruno.

De acordo com o Bruno Garcia, durante todos esses anos de torcida pelo time, por muitas vezes ele se emocionou, assim também teve muitos momentos de raiva, onde chegou até mesmo a rasgar uma camisa e brigar com a televisão durante uma partida do jogo. No entanto, ele conta que apesar de tudo, nunca deixou de torcer e que nunca passou pela sua cabeça mudar ou torcer para outro time.

Além disso, o administrador diz que a sua motivação para continuar na torcida pelo time é o amor. Amor esse que não é só pelo time, mas pelo futebol, é algo inexplicável, que nem eu entendo às vezes.

O estudante de Jornalismo, Cristovão Santos, de 25 anos, disse à reportagem do CadaMinuto que descobriu a paixão pelo time São Paulo Futebol Clube, aos 7 anos de idade, quando viu uma camisa do clube.

“Vi a camisa do São Paulo, e como toda criança da época, achei linda. Pensei ‘a camisa é bonita. O time deve ser bom. Agora serei São Paulo!’.”, disse.

Cristovão contou  ainda que, somente  no ano de 2005 durante um campeonato mundial, no qual o time participava, ele  teve a certeza de que estava no caminho certo e que aquele era o time que iria torcer durante toda a vida.

“Após ver o maior rival (Corinthians) vencer a final do Campeonato Brasileiro, a única coisa que eu sabia fazer era chorar. Eu tinha apenas 12 anos e não aceitava aquilo. Mas no fim daquele mesmo ano, vi meu time ser Campeão do Mundo em uma final que me fez chorar, mas dessa vez, de alegria. Ali eu gritava pela casa ‘EU SOU SÃO PAULO! CAMPEÃO!’ E desde então esse amor vem crescendo a cada ano.”, explicou o universitário.

Fanatismo

Quando o assunto é loucura, o universitário relata que, no ano de 2014, ele trabalhava em uma loja de um Shopping Center da cidade, e estava participando de  um treinamento quando descobriu que seu time iria participar de um jogo em Maceió, e sua escala seria justamente para o dia e horário do jogo. Ele disse ainda que, ao saber disso, chegou a induzir a sua chefe para que ele pudesse ser liberado no dia.

“Não era o correto, mas induzi minha gerente a trocar minha escala, alegando que eu tinha problemas pessoais para resolver nesse dia. Chegada a tão esperada data, peguei um carro com uns amigos e saímos a toda velocidade por uma rodovia sem blitz, pois o veículo estava irregular e o motorista sem os documentos. Para nossa surpresa, passamos por duas viaturas a toda velocidade. O medo de ser pego tomou conta e quase batemos num outro carro que não deu seta. Fiquei eufórico, mas na mesma hora pedi para acelerar, não queria perder o jogo (risos).”, contou.

Segundo Cristovão, as loucuras não ficaram por aí, quatro anos após ver o time jogar em sua cidade, ele ficou sabendo que um novo jogo havia sido marcado. O que ele não esperava era que estaria em período de prova na universidade.

“Eu tinha prova da faculdade agendada para uma quarta-feira, justamente no dia em que o São Paulo voltaria à Alagoas, e novamente contra o CRB. Não tive alternativa e disse ao professor que tinha que viajar para resolver problemas particulares. Ele me disse que poderia fazer a prova durante a tarde, mas como? Eu trabalhava durante o dia e estudava no período noturno (ainda estudo). Disse que não dava e perdi a prova. Não bastasse perder a prova, sem que minha chefe soubesse, saí escondido do trabalho, mais cedo, e fui para o Estádio, com uns amigos. No caminho, novamente a toda velocidade, pegamos uma rua errada, que a primeira vista seria um atalho. Por dois minutos, ficamos andando na contramão, carros de pequeno e médio porte vindo em nossa direção. Fizemos um giro ainda na avenida principal e nos direcionamos ao Rei Pelé (Trapichão).”, explicou Cristovão.

Cristovão confessa que, mesmo tendo que passar por tudo isso para ver o time do coração jogando, a sensação era sempre a de felicidade.

“Em todas as vezes que o clube visitou Alagoas, cheguei em casa entre 00h e 02h da manhã. Passei por  ruas escuras e sozinho, com a bandeira enrolada no corpo mas feliz, pois realizei o sonho de ver meu time jogar na minha terra.”, justificou.

Motivação

“Dizem que você cresce e amadurece, né? E seu lado racional fala mais alto. Comigo é diferente em relação ao São Paulo. Hoje eu seria capaz até de pegar carona na boleia de um caminhão e ir ao Morumbi, ver um jogo do clube. Só me falta o caminhão (risos). Todas as vezes que ele (o time) veio jogar aqui, em Maceió (2014 e 2018), pude ir. E irei novamente, em 2019. Nem que seja no porta malas de um Fiat Uno (risos).”, contou.

De acordo com Cristovão, o que lhe motiva  a continuar torcendo pelo São Paulo e a história  que o time traz consigo. Pois, nunca foi e nunca será apenas um jogo. Ele conta ainda que, por amar tanto o time criou uma página no Instagram que, atualmente, possui mais de 51 mil seguidores.

“A história do clube é maravilhosa. Único time do Brasil a ter três títulos mundiais. Campeão Brasileiro em todas as décadas. Jogadores que ao entrar em campo, suas histórias acabam se confundindo com a do torcedor. Ídolos do clube que fizeram história e que contagia a torcida. Esse amor é tão grande que, mesmo na condição de torcedor, criei um perfil na internet para levar informações do Tricolor para outros torcedores, o @momentotricolor, que está ativo desde 16 de Janeiro de 2016, e que hoje já conta com mais de 51 mil seguidores no Instagram. O clube por si só já motiva. Mesmo na má fase, só de lembrar das alegrias vividas e dos amigos que conheci através dele, já é o bastante para que esse coração são-paulino bata ainda mais forte.”, disse.

Para Ewerton Moura, de 24 anos, a primeira paixão pelo futebol e principalmente pelo Centro Sportivo Alagoano (CSA), surgiu desde quando era criança e ia aos estádios assistir aos jogos acompanhado pelo pai e pelo padrinho, que também são completamente apaixonados pelo CSA.

“Isso aumentou muito o meu convívio com o clube, toda hora tinha notícias, ia assistir aos jogos nos estádio e logo me vi um azulino que vibrava, torcia, chorava e sorria. Foi o primeiro clube que me fez ter contato com o futebol. Ainda tenho poucas lembranças de ter ido ao jogo da final da Conmebol entre CSA e Talleres-ARG. Memórias assim aumentam ainda mais o amor pelo CSA.”, disse Ewerton.

Desespero x emoção

Já se imaginou perdido em outro Estado após ter ido assistir a um jogo do seu time com uma caravana? Acredito que não. Mas, com o Ewerton a situação foi meio que inusitada e após uma partida entre CSA e  Santa Cruz, ele perdeu o ônibus para voltar para Maceió e não tinha ao menos onde ficar. No entanto, a situação não parou por aí, o que já estava complicado chegou a ficar pior. Ao conseguir uma carona para voltar para a Cidade, o torcedor percebeu que seu tio não estava com ele.

“Meu pai, meu tio e eu pagamos uma caravana que iria até o estádio do Arruda, casa do Santa Cruz, em Recife, para assistir ao jogo e logo em seguida voltaria para Maceió. Nesse dia o CSA venceu por 1-0 e a comemoração foi uma loucura! Saímos felizes da vida, sem pressa alguma e nos dirigimos ao local onde o ônibus havia estacionado, mas, ao chegar lá, o ônibus havia sumido. Ficamos procurando entre os vários ônibus de outras caravanas e nada de encontrarmos. Logo o desespero foi batendo, passou um tempo e quase não haviam mais torcedores do CSA no local, pois a maioria dos ônibus já tinham partido rumo à Maceió. A verdade era que o nosso ônibus havia nos deixados e estávamos sem ter com quem voltar ou onde ficar. Foi quando, por volta das 23h, durante uma ida do meu tio ao banheiro de um posto de combustível, passou um ônibus da Mancha Azul, torcida organizada do CSA, eu saí em disparada atrás do ônibus para que eles parassem e para a nossa sorte eles pararam. Foi quando olhamos para trás e não encontramos o meu tio, pedimos para esperarem uns minutos e procuramos, mas não o encontramos e decidimos seguir a viagem de volta sem ele.”, esclareceu.

Além disso, Ewerton contou que durante a viagem de volta para casa, o motorista do ônibus da Torcida Organizada se perdeu. Durante a rota eles acabaram encontrando torcedores do Sport, que tem a torcida aliada ao CRB, rival do CSA, daí o desespero bateu e os torcedores começaram a brigar.

“Os integrantes da Mancha Azul pediram para parar o ônibus, alguns pularam pela janela com ele ainda em movimento e partiram para a briga com os torcedores rivais. Após isso, voltaram para o ônibus e voltamos ao som de DJs. Ao final da viagem, descemos no bairro do Poço, próximo a igreja do Nosso Senhor do Bonfim, pegamos um táxi e chegamos, finalmente, em casa. Somente no outro dia tivemos notícias do meu tio, ele havia ido para a estação de metrô, de lá para uma rodoviária e chegou em Maceió na madrugada, assim como nós.”, disse.

Derrotas x amor 

Segundo Ewerton Moura, mesmo quando o time passou por diversos momentos de crise e derrotas, onde passou a virar motivo de chacota dos amigos e torcedores rivais, ele nunca pensou em deixar de torcer e amar o CSA.  

“O CSA passou um duro período em que jogou apenas o campeonato Alagoano, ficando o restante do ano sem atividades profissionais. Fomos chacota do rival que faziam piada com o nome do time, chamando de "Não sei se há", ao invés de CSA, devido a essa falta de atividades, e foi realmente bastante difícil ver um time lutando para sobreviver, sendo piada e ainda ter que ver outros times até de fora da capital, algo que não é comum de se ver, fazendo piadas do time com mais história para contar no estado, mas apesar disso tudo eu nunca pensei em deixar de torcer.”, contou.

O torcedor procurou manter sempre o pensamento de que time não é algo que se muda, e que se você torce por ele, tem que está até o final, independente do que aconteça.

“Lembro do CSA na final da Conmebol, lembro-me dos vários Alagoanos conquistados, dos grandes jogadores que passaram por aqui e tinha fé que o azulão voltaria a ser o que já foi um dia, o maior de Alagoas. Convicção essa que, hoje, se provou correta. Estamos no topo!”, explicou.

Moura comenta ainda que a resistência do time foi um dos fatores que  lhe motivou a continuar na torcida. “O fato de eu ter visto o time num momento difícil, somente com o apoio da torcida, vendo diretorias afundando ainda mais o clube em dívidas e não ter desistido. Ver o amor que a torcida tem pelo clube também motiva.”
 

Doação x Conquista

“Os comerciantes que são azulinos chegaram a doar sacos de cimento e outros materiais de construção para que os próprios torcedores, entre pedreiros, serventes e pessoas com conhecimento e boa vontade pudessem a pôr a mão na massa e fazer eles mesmos algumas obras no Centro de Treinamento do Mutange, isso é amor! Hoje, torcedores como esses, como eu, que acreditaram, são sócios e foram aos jogos desde a Série D até a Série B, vendo o CSA ser vice-campeão da Série D, Campeão da Série C e agora conquistando o tão disputado acesso à Série A se veem recompensados por acreditar! Hoje somos Série A, a elite do futebol Brasileiro! Único time do Brasil a ter três acessos em 4 anos, ou seja, três acessos consecutivos! E se eu tivesse "mudado" de time? E se a torcida, que o manteve vivo nos tempos difíceis, tivesse migrado para outros, o que seria do CSA? Eu amo o meu time e é isso que não me deixa desistir dele! Tenho orgulho do meu time e serei azulino até morrer!” justificou, Ewerton.

Fernanda Nogueira, de 24 anos, é acadêmica de Serviço Social e, também é torcedora do CSA, assim como alguns dos outros relatos, ela torce pelo time desde a infância. Ela conta que, quando era criança assistia às partidas do jogo do Corinthians com seu pai, mas seu grande desejo era assistir um jogo no estádio, e desde então, ela começou a perceber que não era sempre que o Timão  estava jogando, foi quando ela conheceu o CSA e foi amor à primeira vista.

“Eu ficava muito feliz quando via qualquer coisa relacionada ao Azulão, e tudo meu tinha que ser azul. Acho que foi em 2006 que ganhei a minha primeira camisa da torcida organizada do CSA, pra mim foi o melhor presente que meu pai tinha me dado, mas algum tempo depois ele me levou para o trapichão, ao entrar e ver o time entrando em campo, chorei e daquele dia em diante o amor pelo CSA só aumenta.”, disse a estudante.

Coragem

Fernanda Nogueira, é casada com um regatiano e, disse ainda que chegou a ir assistir a uma partida do time no estádio Rei Pelé, durante um clássico das multidões entre CSA x CRB, após um procedimento cirúrgico.
 

“No jogo do dia 08/05/2016, estava operada do joelho direito, como estava usando muletas ainda, um amigo da família estava trabalhando no jogo e facilitou o acesso, porém pela torcida do CRB, antes de começar o jogo, eu acabei conseguindo passar para o lado da torcida do CSA e assisti o jogo, quando acabou o jogo começou uma confusão horrível, onde eu não conseguia correr e tentava me desviar o máximo das pedras que a torcida do outro time jogava. Até hoje fico me perguntando onde eu estava com cabeça em ir pro jogo operada.”, contou.

“Eu sempre disse que se um dia o CSA deixasse de existir, mesmo assim eu continuaria sendo CSA. Todos os times tem suas fases boas e ruins, e não vai ser a uma derrota ou um rebaixamento que irá me desanimar ou fazer com que eu pense em deixar de torcer. É como diz uma música que cantamos em todos os jogos "Em todas as fases, eu sempre estive aqui. E nos dias mais difíceis, não te deixei cair [...]", disse Fernanda.

De acordo com Nogueira, o que lhe motiva a continuar torcendo pelo CSA, são todas as fases que ela acompanhou do time, desde a  segunda divisão, sem série e até esses três acessos consecutivos. Além do mais, ela relata que seria capaz de fazer qualquer coisa para assistir uma partida do CSA. Desde ter que passar horas em uma estrada, ou até mesmo, ter que sair juntando dinheiro para viajar. “Já vou fazer logo meu cofre, que ano que vem quero poder viajar muito para acompanhar o time na Série A.”

“É lindo ver aquela multidão indo pro estádio cantando e apoiando, ver o Trapichão todo azul, ver torcedores que nem se conhecem se abraçando e vibrando com um gol, isso também me motiva, porque é disso que o CSA precisa, de torcedores apaixonados em qualquer época.”

Para a estudante de Psicologia, Amanda Souza, de 24 anos, o amor pelo Centro Sportivo Alagoano vem de berço, uma vez que seu pai sempre foi azulino e  sempre lhe incentivou a torcer pelo time, mas ela só começou a frequentar os estádios a partir do ano de 2009.

“Lembro que o CSA estava na série D do brasileiro. A primeira vez que fui ao estádio foi no Rei Pelé, com  o meu pai, e desde então, eu não quis mais parar de ir. A cada partida eu tinha a certeza que estava no lugar certo e a minha paixão só aumentava.”, disse.

A estudante de Psicologia disse ainda que, como seu pai não ia com grande frequência assistir aos jogos, ela foi motivada a continuar indo com um amigo. Além disso, ela conta que muitas vezes deixou de lanchar no colégio para juntar dinheiro e comprar o ingresso para jogo.

Minha mãe fala que sou doente, e que nunca viu uma coisa dessa. Mas, eu não consigo explicar o que eu sinto, só sei que amor. Eu nunca pensei em desistir, sempre apoiei meu AZULÃO em dias de chuva e sol. Estive lá em jogos de segunda divisão do alagoano, e por causa desse amor eu consegui fazer muitos amigos.

Amanda Souza - comemorando a vítoria do time. 

Recordação

Amanda Souza disse à reportagem que faz questão de guardar na memória e no coração, tudo o que passou e aprendeu, por causa do CSA.

“Lembro do ano em que passei cerca de uma semana chorando, só para que o meu pai me levasse para Viçosa, porque ia ter a estreia do alagoano em 2013. Guardo comigo os ingressos de todos os jogos que fui. De dois anos pra cá, eu não tenho como guardar porque sou sócia, mas estão todos na memória. Eu tenho camisas, bandeiras, faixa, até saquinho de arroz e feijão do CSA guardado em casa.”, concluiu a estudante de psicologia.


*Estagiárias sob supervisão da editoria