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Há dois meses das convenções partidárias que definiriam os candidatos para Presidente da República eu escrevi em minha conta no twitter que só votaria em um candidato se ele estivesse disposto a adotar uma política econômica liberal: abrir a economia, diminuir e acabar com as barreiras ao comércio, facilitar a abertura de novas empresas, diminuir os impostos e, principalmente, manter as contas públicas em ordem. O oposto do que fizeram os governos escravocratas de esquerda da redemocratização para cá.
 
Cheguei a flertar com o candidato liberal do partido Novo Joao Amoêdo, até o dia em que assisti uma entrevista do PhD em economia pela universidade de Chicago, Paulo Guedes. O homem é genial, conclui na primeira impressão. Paulo fala de economia como quem fala de futebol numa mesa de boteco. Sua maneira simples de se comunicar e suas metáforas objetivas me deixaram seguro e confiante à respeito de seu plano econômico, que para nossa sorte, também faz concessões ao livre mercado. Naquela noite fui dormir representado.
 
No dia seguinte quando acordei disse para mim mesmo: vou votar no cara que escolheu esse cara para ser ministro da economia. Longe de ser um “mito” para mim, Bolsonaro é o primeiro homem público que já vi confessar não saber alguma coisa – os outros tudo sabem – excluindo o Lula que nunca sabe de nada. Fazer questão de dizer reiteradamente que não é um Salvador da Pátria, ou um messias, como costumam adjetivá-lo, é também, na minha opinião, outro ponto importantíssimo a ser analisado. Eu fiz questão de não deixá-lo passar como fazem os desavisados. 
 
Requentar aqui os defeitos que os são imputados diariamente pela grande mídia e pelos seus opositores me dá certa preguiça, juro. O nível de desinformação é tão absurdamente alto, que a melhor coisa a se fazer é abrir uma cerveja e acionar no spotify em nossos smartphones “opressores” a linda canção do Paulo Sérgio, “Sei que minhas qualidades cobrem meus defeitos”, e não adianta, como diz a letra pôr todos contra ele, já que todos, ou pelo menos a grande maioria dos brasileiros estão na verdade contra todas essas vigarices morais impostas de forma covarde pela esquerda. 
 
Enveredo pelo ceticismo dos conservadores que, nem de longe, acreditam em salvadores da pátria. Perdoem por frustá-los: eles realmente não existem. Porém, escolher um candidato que não fale apenas de economia e boa gestão, mas sim de resgate de valores morais, de combate firme ao comunismo, ao servilismo público, doutrinação ideológica, ideologia de gênero e tantas outras canalhices foi crucial para mim. Se você defende a ideia de família, propriedade, religião, e liberdade, saiba que Bolsonaro não é a melhor opção, ele é a única!